Cool.
Cool cool cool.
Dê o play!
Olá pessoal! Chegou a hora de comentar sobre uma série que eu queria ver há muito tempo, desde que eu tinha visto um episódio com participação do Josh Holloway em 2011, e que acabou sendo uma das mais divertidas que já vi. Possivelmente a mais divertida. Essa série é Community, e ela te mostra que ser esquisito é normal. E que ser muito esquisito é mais normal ainda. Afinal de contas, o que é normal?
A série
se passa na fictícia Faculdade Comunitária de Greendale, situada em
Denver, Colorado. E Gira principalmente em torno de um grupo de
estudos de espanhol liderado por Jeff Winger (Joel McHale), um
advogado que teve o registro da Ordem dos Advogados caçado por causa
de uma denuncia de que seu diploma não era da Universidade de
Columbia em Nova York, mas da Colômbia. E assim é forçado a cursar
a faculdade de novo, mesmo que seja a pior faculdade que existe.
No
primeiro dia de aula ele conhece Britta Perry (Gillian Jacobs), uma
moça que largou a faculdade quando mais nova e agora tenta colocar a
vida nos eixos. Ele tenta cantá-la e ela como feminista se faz de
difícil. E pra provar que não estava cantando-a (estava sim), Jeff
inventa um grupo de estudos de espanhol, matéria que fazem juntos.
Nesse grupo acabam entrando: Pierce Hawthorne (Chevy Chase), um velho
magnata, preconceituoso e pervertido daqueles que você agradece por
não ser seu avô. Abed Nadir (Danny Pudi), um jovem muçulmano
estudante de cinema, aficionado por cultura pop e que relaciona tudo
com filmes. Shirley Bennet (Yvette Nicole Brown), mãe e dona de casa
recém-divorciada que está na faculdade pela primeira vez e que
pretende montar seu próprio negócio. Troy Barnes (Donald Glover),
um jovem que foi quarterback no colegial e agora lida com o fato de
não ser mais popular. E Annie Edison (Alison Brie), uma jovem judia
perfeccionista e nerd, que perdeu a bolsa de estudos por causa de um
vício em pílulas e apaixonada por Troy desde o colegial.
Também
fazem parte do elenco fixo o Señor Ben Chang (Ken Jeong), o
professor de espanhol que tem trezentos parafusos a menos e que torna
a vida da sua classe uma loucura. E o Reitor Pelton (Jim Rash), que é
totalmente excêntrico e faz qualquer coisa pra que Greedale seja
reconhecida. E tudo gira em torno desses personagens. (Na verdade
isso é só o início.) De suas dificuldades diárias e das
implicações do convívio entre pessoas tão diferentes. Isso os
leva a evoluir e amadurecer. Muitas vezes é até bonito vê-los
reconhecer seus erros e preconceitos e se esforçar para melhorar.
Não sem antes nos fazer rir das confusões geradas.
A trama é
carregada de referências a cultura pop, graças ao nosso querido
Abed. As homenagens vão de O Poderoso Chefão a Star Wars.
E muitos episódios tem até uma estrutura diferente, do mockumentary
a stop motion. Até
um incrível episódio em 8bit. E os melhores especiais de Natal que
já vi. Há uma boa quantidade de humor negro, do tipo que dá uma
patada na sociedade. Mas também há momentos pra se emocionar, pois
afinal de contas é uma série sobre pessoas. Suas loucuras e
princípios são só parte de quem realmente são.
Community
estreou no dia 17 de Setembro de 2009 pela NBC. Possui até agora 84
episódios divididos em 4 temporadas, e a estreia da 5ª temporada já
está marcada pro dia 02 de Janeiro. Levei aproximadamente dois meses
pra assistir tudo e já virou uma das minhas queridinhas. Não digo
isso só pela comédia e referências. Nem pelas ótimas reviravoltas
e participações pra lá de especiais. E nem porque falam bem de Lost. Mas por saber mostrar o
melhor e o pior do ser humano de uma forma leve, divertida e ainda
muito crítica.
Dessa
forma vocês já podem subentender que eu adoraria estudar em
Greendale, mesmo sendo a pior faculdade do mundo. Fazer parte desse
incomum grupo de estudos. Participar de uma louca (e aparentemente
mortal) partida de paintball. Fazer um forte de cobertor e um
de almofada. Fazer um complô, mudar de lado e fazer outro complô.
Fazer tudo isso e muito mais, porque a vida é cheia de reviravoltas
e sempre tem uma lição a dar.
#Sixseasonsandamovie