“After the night when I wake up, I'll see what tomorrow brings”
Impressionante
como essa série evolui cada vez mais. E no início achei que seria
só mais uma em minha grade, só pra saber um pouco mais sobre a
civilização nórdica. Mas o que eu já amava na 1ª temporada ficou
ainda mais intenso e real nesse ano. As batalhas, os conflitos
pessoais, as reviravoltas, tudo cada vez mais crível e empolgante.
Essa é minha Vikings!
Mais
intensa também ficou minha relação de amor e ódio com Ragnar. Se
já não fosse bastante ruim na temporada passada ele trair a
Lagertha com a piriguete da Princesa Aslaug num lugar onde até o
filho podia ver, quando descobriu que ela estava grávida propôs que
vivessem os três juntos e felizes sob o mesmo teto. Pois vários
Ealrs tem duas esposas, e por quê ele não teria? E ainda ficou
chateado quando Lagertha pediu divórcio e foi embora. Tenha santa
paciência! Mas não dá pra negar o ótimo líder e pai que Ragnar
é. Foi bastante emocionante o discurso solitário de despedida para
a pequena Gyda, uma vez que ele não estava presente quando sua
adorada filha partiu.
Quem
adoro cada vez mais são Lagertha e Bjorn. Lagertha é mulher
guerreira que não deixa nada a rebaixar. Preferiu pedir divórcio e
ir embora de cabeça erguida do que passar uma vida de submissão. E
na hora de escolher com quem ficar, Bjorn escolheu sabiamente a mãe.
O tempo passou e mãe e filho ficaram cada vez mais leais. Lagertha
tirou de letra o fato de seu segundo marido ser violento e nunca
deixa por menos. (“Eu sou sua esposa, não sua puta.”) Mas
o dia em que os abusos se tornaram públicos e Lagertha se tornou
Earl foi louvável. Agora pode ir pra batalha sempre que quiser e
pelo que quiser. Está divando na aliança com Ragnar para conquistar
terras férteis na Inglaterra. E ficou bastante feliz em aprovar o
romance de Bjorn com Porrun, mesmo antes de Aslaug libertá-la.
Floki e
Athelstan me surpreenderam muito nessa temporada. Já gostava deles,
mas seus conflitos só os engrandeceram. Adoro Floki e suas doidices,
mesmo menosprezando Athelstan. Então fiquei feliz quando ele não
morreu no início da temporada e pelo lindo casamento com Helga. Mas
aí ele começou a se bandear pro lado do Rei Horik e fiquei com
muita raiva dele. Como podia trair Ragnar? Como podia querer matar
Bjorn que sempre gostou tanto dele? Mas não é que Floki me enganou
direitinho? Adorei a cara do Rei Horik quando descobriu que o traído
da história era ele! Já Athelstan me deu mais pena que nunca.
Estava aprendendo a lutar e de repente se viu abandonado em sua
antiga terra. Começou a ter visões e a questionar qual era sua
verdadeira fé. No Deus cristão ou nos vários deuses nórdicos? Mas
nada melhor do que vê-lo de volta ao povoado de Ragnar, pois sua
verdadeira fé é na lealdade.
Quem me
desperta diversos sentimentos são Siggy, Rollo e Aslaug. Siggy e
Rollo mesmo dão um show em me jogar de um lado pro outro. Parecem
sinceros na hora de ajudar Ragnar e defender o povoado, e de repente
só falam em tomar o poder. Rollo parece honesto quando quer fazer as
pazes com Ragnar assim como Siggy com sua amizade com Lagertha, mas
só querem de volta o que lhes foi tirado. Realmente não sei o que
pensar deles. Odeio a Aslaug e como ela se acha melhor, como quis
tirar o lugar da Laguertha. Mas simpatizei um pouquinho com ela
quando se recusou a sacrificar o filho que nasceu com má formação.
Nesse momento até me emocionei com ela. Mas ainda odeio a Aslaug.
Vikings
conquistou a renovação ainda nos primeiros episódios, e a 3ª
temporada promete dominar ainda mais. Pena que seja só em 2015, mas
o importante é que venha. Porque eu acredito que a jornada está
apenas começando.